Mapeamento Nacional de Organizações Sociais que Recebem Trabalho Voluntário

Problema

Desconhecimento sobre a realidade de organizações sociais e as oportunidades de trabalho voluntário em determinadas cidades

Solução

Realizar um mapeamento em profundidade de organizações sociais nestas localidades e apresentar parecer final com sugestões de atividades

Principais Números

479 organizações mapeadas
139 cidades mapeadas
124 organizações sugeridas
26 organizações visitas

LEVAMENTO DO CONTEXTO DAS CIDADES

MAPEAMENTO DE ORGANIZAÇÕES SOCIAIS

CONTATO INDIVIDUAL POR TELEFONE

ELABORAÇÃO DE RELATÓRIO

PESQUISA COM FUNCIONÁRIOS

VISITAS IN LOCO

PARECER TÉCNICO

A ponteAponte é uma organização que qualifica o investimento social privado, realizando editais e prêmios, além de mapeamentos e estudos de viabilidade.

A ponteAponte procurou a Tekoha para colaborar em um grande mapeamento que envolveu a busca de organizações sociais em 124 cidades do Brasil e a análise sobre o tipo de trabalho voluntário que estas organizações recebem, bem como a caracterização do tipo de trabalho voluntário recebido. Este mapeamento foi demanda de um contratante principal, cujo Instituto Empresarial relacionado tem uma fortíssima incidência no campo do voluntariado corporativo.

Para estas análises, Tekoha e ponteAponte precisaram como parte inicial do mapeamento, entender o contexto de cada uma dessas cidades e também como é o trabalho de organizações sociais nas localidades. Somente depois disso, foram identificados os critérios que seriam usados para a escolha das organizações que entrariam no mapeamento.

O critérios usados foram diversos, que receberam pesos diferentes. Em linhas gerais os critérios avaliados foram:

  • natureza jurídica da organização;
  • quantidade de atendidos;
  • ter nome e telefone ou e-mail de contato válidos;
  • o grau de contato ou de aderência das suas atividades da organização social com a causa mais relevante para o estudo (os problemas sociais e ambientais que a cadeia da moda causa);
  • se a organização já tinha um programa de voluntariado;
  • se os valores da organização também eram aderentes aos valores do contratante (sustentabilidade, empoderamento de gênero, empreendedorismo e desenvolvimento comunitário local).

Por fim, entramos em contato com cada uma de mais de 200 organizações para entendermos individualmente a capacidade delas de receber voluntários. Os critérios utilizados para avaliação foram (i) a clareza sobre como o voluntário pode colaborar na organização; e (ii) se existia (e quão maduro era) um processo de captação de voluntários.

Entregamos um dashboard que apresentou 150 organizações e a avaliação de  aderência relativo aos aspectos essenciais de cada organização. Este dashboard não só serviu para nossa tomada de decisão relacionada ao término deste projeto, como também será uma base de análise qualitativa, para tomada de decisão por parte do contratante em seu investimento social futuro.

Com estas novas informações em mãos, foi realizado um ranking destas organizações por cidade, e deste ranking, o output foi uma proposta de agenda para visitação das organizações em 10 cidades de todo o Brasil.

Ao longo de agosto e setembro de 2019, percorremos 10 cidades do Brasil, visitando todas as 5 regiões do país. Estivemos em uma imersão avaliativa nas organizações mapeadas e selecionadas para este fim. A visita em cada cidade durou entre 1 e 3 dias e envolveu não só a visita e conversa com representantes das organizações previamente mapeadas, como também de organizações que se foram conhecendo pelo próprio fato de estar presencialmente nas cidades.

Em cidades onde foi possível, também se esteve junto a funcionários e representantes do contratante – que são os atuais, os potenciais e os futuros voluntários nestas organizações mapeadas, avaliadas e visitadas. Previamente ao início das visitas presenciais, foi realizada uma pesquisa com esses funcionários, cujo objetivo foi entender de forma exploratória, com dados primários, os anseios, desafios e visões deles no decorrer da realização de ações voluntárias. A análise deste levantamento serviu também de base para as nossas visitas técnicas.

Ao fim de todo o processo e quase 5 meses de trabalho, um parecer técnico foi entregue. Em formato de relatório analítico uma apresentação sucinta e objetiva do que foi encontrado, propôs um novo modelo de atuação com as ações de trabalho voluntário da contratante, levando em consideração a realidade das organizações mapeadas, o ciclo de voluntariado da contratante, bem como o perfil dos seus colaboradores.

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